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Estamos em tempo de Natal

por anaplisboa, em 30.11.10

Estamos em tempo de Natal

O Natal é uma festa universal e a maior, saída do Cristianismo da Civilização Ocidental. É abrangente e calorosa por envolver todas as famílias, que se reúnem nessa noite, ora à volta da lareira, ora à volta da mesa.

Em tempo de Natal toda a fantasia é permitida e não há mesmo quem consiga ignorar ou resistir a todo este simbolismo de importação, do presépio, da neve, da árvore e das luzinhas, do Pai Natal, das renas e do trenó e ainda da ceia de Natal e do bolo rei.

Ele marca a Celebração da Vida e o ressurgimento da força para continuar.

Desde a sua origem, o Natal vem carregado de magia, de simbolismos e representações culturais, de rituais litúrgicos ou religiosos.

A árvore – Representa a renovação da vida, o Nascimento de Jesus.

O pinheiro foi escolhido por manter as folhas verdes e sempre cheias de vida.

Os presentes - Simbolizam as ofertas dos três Reis Magos

As velas - Representam a boa vontade.

A estrela - No topo do pinheiro destina-se a guiar os três Reis Magos a até ao local aonde nasceu Jesus. O Filho de Deus. O Salvador.

As comidas típicas - Tem o simbolismo que o alimento tem na mesa, de que as antigas sociedades passavam fome e encontravam na carne o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.

O Presépio - Reproduz o Nascimento de Jesus.

O ciclo de Natal inicia-se na véspera do Natal, 24 de Dezembro, e vai até ao dia de Reis, 6 de Janeiro.

É o ciclo da boa vontade, de esperança da fé e da continuidade.

A todos um Feliz e Santo Natal.

Pedro Vilelas

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publicado às 20:56


O Machimbombo da Carris de Lisboa

por anaplisboa, em 28.11.10

 

Ainda existe bem viva a imagem do antigo Auto-Carro da Carris (CCFL), de 2 pisos e das suas cores tão características, como por exemplo o verde e cinzento da pintura, as entradas, quer por trás quer pela frente sempre abertas e disponíveis, para que mesmo em andamento, as pessoas pudessem entrar.

Eram estes veículos que traziam e levavam as pessoas bem cedo para os seus empregos, como por exemplo, vendedoras nas Praças (Mercados), padeiros, polícias, bombeiros, guardas fiscais, estivadores, trabalhadores das lotas de peixe e muita outra gente que tinha como único meio de transporte o Auto-Carro da Carris; o vulgo (Machimbombo).

Muita gente criou relações de amizade ou conhecimento com muita gente que se fazia transportar nestes auto-carros, sempre à mesma hora da manhã, da tarde ou da noite e todos os dias, tal como muita gente brigou por causa de lugares e espaços para colocar as canastas ou outros volumes de que se faziam acompanhar.

Ficou destes tempos a “Saudade”

Os tempos mudaram e deram lugar a outros auto-carros e meios de transporte. Deixaram de se ver os Machibombos e as pessoas que de forma quase assídua se faziam transportar neles.

Hoje diz mesmo “O amarelo da Carris”. Perdeu-se o verde-cinzento.

Em vez desta forma de deslocação, tão característica e típica da cidade de Lisboa, existem agora outras formas de deslocação de pessoas, através duma rede de transportes bem variada, onde aparece em primeira linha a grande fila (quase interminável) de automóveis a caminho ou de saída dos grandes centros urbanos, tendo por ocupantes apenas uma ou duas pessoas, que em todo o percurso muito raramente comunicam uns com os outros, a não ser para se ofenderam quando algum deles comete alguma irregularidade de trânsito ou provoca acidente.

Outros tempos. Tempos modernos. Democracias.

Pedro Vilelas

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publicado às 12:44

Terceiro Aniversário da Tertúlia da ANAP das Caldas da Rainha 

Verifica-se pela boa disposição  do pessoal que se encontra nesta foto que estes eventos são sempre um êxito.

Já fui convidado pela Direcção para assistir a estes magustos, mas ainda não se proporcionou. Numa próxima oportunidade tudo farei para estar presente, pois são estas reuniões que devemos incentivar para que se realizem muitas vezes , porque a vida, nas nossas idades foge e assim, sempre deixamos algo de recordação para a posterioridade. muito mais havia a dizer, mas termino com um Bem Hajam pessoal das Caldas da Rainha por estas iniciativas.

Autor:

Mendes Correia

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publicado às 18:16


Boas Festas, Feliz e Santo Natal-2010

por anaplisboa, em 25.11.10

A Direcção da Delegação de Lisboa dos Aposentados da Polícia, deseja a todos os Associados da ANAP em geral, aos seus familiares e amigos, um Feliz e Santo Natal, bem como um Ano Novo - 2011, mais próspero.

Todos sabemos que o nosso país atravessa agora uma crise enorme. Não conhecemos a amplitude ou vastidão desta crise, mas sabemos que ela se está a reflectir seriamente na vida de todos nós, fazendo aumentar as dificuldades em todos os campos e altos níveis.

Porém, pedimos a Deus que esta crise nunca afecte a nossa fé e a esperança em dias melhores. Certamente eles virão...

Que nunca desapareça de nós o alento que nos faz seguir em frente, de forma equilibrada e enfrentar as dificuldades instaladas na nossa sociedade. Elas são muitas...

Afinal a nossa vida foi sempre plena de dificuldades. Talvez assim, e por já termos vivido muitas dificuldades, consigamos superar mais estas.

Um abraço fraterno a todos

Boas Festas

Pelo Presidente

Pedro Vilelas

 

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publicado às 10:24


Rancho Folclórico da Glória do Ribatejo

por anaplisboa, em 24.11.10

Rancho Folclórico da Glória do Ribatejo

Música do povo, das gentes que laboram na Lezíria o dia inteiro e à noite ainda sentem vontade de dançar.

Música que outrora era usada nos bailes, aonde a gente mais nova passava noites inteiras a dançar, em salões de baile, muitas vezes improvisados, pois o que importava mesmo era dançar, era viver, era divertir-se, era a festa de todas as gentes para toda a gente, sem olhar a idades.

As alfaias ou sacarias destes salões (Celeiros de recolha de sementes e objectos agrícolas) eram devidamente arrumados e todo o espaço limpo e arranjado para a noite que se aproximava, mal soasse o acordeão. Todos os rapazes e raparigas das redondezas ali compareciam.

Era uma noite de diversão muito animada, que começava pelas 21H/22H00, ao anoitecer e terminava pelo romper da madrugada, com alguns namoricos conseguidos nessa noite.

A moda, assim se chamava qualquer música, que este rancho está a executar, é uma música de dança e que faz recordar tempos passados. Certamente muitos dos visitantes deste ciberespaço, se recordam de a ouvir em bailes e até de a terem dançado.

Recordar é viver.

São as recordações a saltarem da nossa memória, sagradamente guardadas no nosso subconsciente.

A menina dança? A sagrada pergunta que criava mais um par para o espaço de dança…

Pedro Vilelas

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publicado às 12:49


Os Velhinhos Carros Patrulha

por anaplisboa, em 23.11.10

Quem não se lembra destas clássicas viaturas policiais?

O "Creme Nívea" e o CP patrulheiro.

Esta característica perdeu-se e com ela foi o padrão em que assentava.

Apesar de tudo elas sempre foram desejadas pelas populações e sentiam-se bem ao cruzar com estas belas figuras.

O tempo não perdoa. Tudo traz e tudo leva.

Pedro Vilelas

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publicado às 01:46


Aniversário da DN-ANAP - 2007

por anaplisboa, em 22.11.10

Esta foto merece ficar para a posterioridade, pois é bem ilucidativa da forma como decorreu o aniversário da Direcção Nacional da ANAP em Torres Novas em 2007. Ali esteve presente, como tem sido habitual, Sua Excelencia o Ministro da Administração Interna. Também está bem patente a presença do Presidente e Vice-Presidente da ANAP que se preparavam para partir o bolo de Aniversário. Julgo que foi um dos últimos Aniversários a que assistu o nosso Vice-Presidente Dinis Baroso, que era um grande dinamizador da nossa Associação e que jamais será esquecido. Aqui fica a nossa homenagem à sua dedicação e vontade de bem servir, que para quem o conheceu ao longo dos anos e para quem com ele trabalhou,  o lembra sempre como um fiel seguidor. Que Deus o proteja e paz à sua alma.

Autor: Mendes Correia

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publicado às 19:08

Aqui fica também para recordação um dos principais obreiros desta iniciativa, o Subintendente Joaquim Dinis Baroso. Foi ele um dos fundadores deste recanto que continua a acolher os Aposentados da Polícia, onde convivem harmoniosamente e recordam o seu passado, convivendo e vivendo o presente, uns com os outros, recordando os bons e maus bocados que passaram ao longo dos anos. 

Pena é que noutras localidades não tenhamos espaços disponíveis para podermos fazer o mesmo que o pessoal aposentado das Caldas da Rainha tem, pois todos sabemos que o isolamento é o pior que nos pode acontecer, essencialmente na idade para que todos caminhamos.

Autor:

Mendes Correia

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publicado às 19:03


Aniversário da ANAP de Lisboa - 2006

por anaplisboa, em 18.11.10

Este vídeo mostra alguns momentos de como decorreu o almoço de Aniversário da nossa Delegação da ANAP-Lisboa em 2006, no Restaurante "A Parreirinha da Centieira" em Cabo Ruivo-Lisboa.

Mostra também que ali estiveram presentes alguns dos nossos amigos e companheiros de trabalho e de associativisto, que já não estão entre nós.

A publicação deste vídeo é em homenagem a estes nossos amigos, que nesta data estiveram connosco neste convívio.

Para eles uma paz eterna como eterno seja também o seu descanso.

Jamais serão esquecidos por nós.

Pedro Vilelas

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publicado às 22:26


Desfile de Cornadas

por anaplisboa, em 17.11.10

Isto é que é festa. Há Cornadas para toda a gente e para todas as idades e a verdade é que alguns saiem dali muito maltratados, porque os animais não poupam ninguém.

Pedro Vilelas

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publicado às 22:36

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